Carbono Galeria - Casquinha - série Quantas ASAS tem um pixel? - Vicente de Mello

Carbono Galeria

Edições contemporâneas

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Vicente de Mello

São Paulo, 1967 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.

O fotógrafo Vicente de Mello reflete sobre questões próprias de seu meio através de temas diversos, como paisagens natural e arquitetônica, objetos íntimos e públicos, corpos humanos e até mesmo obras de... veja mais

Casquinha - série Quantas ASAS tem um pixel?
Fotografia
Técnica
Impressão em papel Hahnemu?hle
Dimensões

( A x L)  45 x 60 cm
Data
2013
Edição
15

Casquinha é um pequeno mimetismo urbano que faz parte da série Quantas ASAS tem um Pixel? de Vicente de Mello. Esta série questiona a utilização da câmera digital de bolso como ferramenta de criação para uma nova caligrafia da fotografia moderna. Os pensamentos instantâneos são "escritos" pelo olhar livre que percebe o sutil: uma tarde chuvosa em Oxford (GB)  e uma pequena cicatriz na pele áspera do asfalto.

Biografia

São Paulo, 1967 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.

O fotógrafo Vicente de Mello reflete sobre questões próprias de seu meio através de temas diversos, como paisagens natural e arquitetônica, objetos íntimos e públicos, corpos humanos e até mesmo obras de arte. A experiência compositiva parece ser para ele o objetivo final de seus trabalhos. Com interessantes referências da história da arte e propriamente da fotografia, Vicente cria a cada nova série, um novo caminho, um novo universo. Formou-se em Comunicação Social e especializou-se em História da Arte e Arquitetura no Brasil. Já realizou exposições em conceituadas instituições em todo o mundo, como a Maison Européenne de la Photographie (Paris), a Caixa Cultural (Rio de Janeiro), o Instituto Itaú Cultural (São Paulo), o Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães (Recife), o Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires, entre outros. Em 2006, foram publicados o livro Áspera Imagem e, em 2014, Parallaxis. Suas obras compõem importantes coleções públicas e particulares como as do Centro Cultural Banco do Brasil (Rio de Janeiro), da Pinacoteca do Estado de São Paulo, dos Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Rio de Janeiro, da Fundação Daros, da Fondation Cartier pour l´art contemporain, da Coleção José Roberto de Figueiredo Ferraz, entre outras.

Há em seu trabalho, um constante jogo de reconstrução visual a partir dos elementos existentes, principalmente os da paisagem arquitetônica: pilares, coberturas, paredes, degraus, superfícies envidraçadas formando grandes espelhos, entre outros, são revistos por Vicente, criando, a partir deles, novas composiçõe

Em Vermelhos Telúricos (2001), as paisagens arquitetônicas ganham bordas arredondadas e tons avermelhados que dão a elas novos ares, nova ambientação. Em formato quadrado, locais e edifícios icônicos, como Veneza, a Grande Muralha da China, Machu-Picchu e o Centre Pompidou parecem ter sido deslocados no tempo.

Vicente realiza diversas experimentações relacionando luz e formas, levando muitas de suas imagens à abstração, como podemos ver em A Cidade perfeita, A seringueira, nas séries Lapidus e Galáctica (2000). Nesta,  Vicente trata elementos luminosos, como lâmpadas e seus suportes, como se irradiassem luz em diferentes universos, transformando-os em estrelas, asteroides, meteoroides.

Em Topografia Imaginária (1994-1997), a base de suas criações são corpos humanos, que tomam o primeiro plano da imagem e mostram com detalhe a pele, sua porosidade, suas dobras e a marca do tempo.

Além disso, possui em seu trabalho uma relação próxima com obras de arte, um olhar aguçado, curioso, compositivo sobre elas, devido à sua experiência em documentá-las. Entre outros projetos, foi o fotógrafo responsável pelas imagens das obras de Maria Martins, presentes no livro Maria.

Vicente tem se expressa também com as palavras, ao dar nomes a seus trabalhos, que podem ser palavras ou até pequenos versos. Em Cinematógrafo, por exemplo, os trípticos, em cores vibrantes, compostos geralmente por duas imagens de paisagem natural ou urbana e uma terceira com presença humana, são acompanhados de instigantes frases que abrem seus sentidos ao espectador e propõem ao mesmo tempo um jogo sequencial de imagem e texto.

Galerias Representantes
Destaques da Carreira

Vista da instalação Orquestra de Trombones, no Museu de Arte contemporânea de Niterói, em 2010.

Vista da mostra Brasília utopia lírica, com curadoria de Beatriz Lemos e Waldir Barreto, no Paço Imperial Rio de Janeiro, em 2013/14.

Vista da mostra Brasília utopia lírica, no Paço Imperial Rio de Janeiro, em 2013/14.

Deserto do céu, instalação de lambe-lambe (silk screen), na Cavalariças do Parque Lage (RJ), em 2014.

Deserto do céu, instalação de lambe-lambe (silk screen), na Cavalariças do Parque Lage (RJ), em 2014.

   
Bibliografia
Titulo Parallaxis
Autor Vicente de Mello
Editora Cosac Naify
Páginas 320
Titulo Áspera Imagem
Autor Vicente de Mello
Editora Aeroplano/ Oi Futuro
Páginas 242
  1. Todas as categorias
       
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    23. Sp Arte 2014
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  4. Visualizar
       
 
  1. Sem título

    Angelo Venosa

    Escultura

    Técnica acrílico

    ( A x L x P)  26 x 33 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  2. Sem título

    Artur Lescher

    Escultura

    Técnica porcelana e couro

    ( A x L x P)  60 x 6 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  3. Sem título

    Carlos Vergara

    Fotografia

    Técnica impressão sobre placas de poliestireno recortadas e montadas

    ( A x L)  63 x 65 cm
    Data 2013
    Edição 10

  4. Sem título

    Iole de Freitas

    Escultura

    Técnica aço inox e policarbonato

    ( A x L x P)  70 x 35 x 20 cm
    Data 2013
    Edição 10