Carbono Galeria - Engole o que disse - Lenora de Barros

Carbono Galeria

Edições contemporâneas

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Lenora de Barros

São Paulo, SP, 1953 | Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.

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There is

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like a place”

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Engole o que disse
Fotografia
Técnica
impressão em Hahnemuhle
Dimensões

( A x L x P)  22 x 31 x 3 cm
Data
2016
Edição
10

Em toda a produção de Lenora de Barros, o corpo sempre foi o grande protagonista. Presente em partes e não por completo, ele é retratado por foto-performances - no caso desta edição, com Ruy Teixeira com a câmera nas mãos - sem a presença do público e resultam em interessantes brincadeiras e indagações sobre o próprio corpo do espectador.

A série Engole o que disse tem como objetivo subverter o conceito de múltiplo, já que cada foto (dentre as dez que fazem parte da edição) são diferentes entre si. A artista escreve sobre as fotos com o próprio punho, fazendo com que o movimento do seu corpo esteja presente no trabalho.

O título da obra trata sobre uma recordação da artista sobre a infância, que relembra sua mãe por meio de frases como “engole o que disse” e “fale para fora”.

Mais obras deste artista
  1. Floating around
Biografia

São Paulo, SP, 1953 | Vive e trabalha em São Paulo, Brasil.

“There is

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Poeta e artista plástica, Lenora de Barros realiza fotografias, vídeos, instalações e performances. Realizou exposições individuais e coletivas em instituições conceituadas como o Centro Universitário Maria Antonia (São Paulo), o Paço Imperial (Rio de Janeiro), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, a Casa Daros (Rio de Janeiro), o Centro Cultural Banco do Nordeste (Fortaleza), a Fundação Proa (Buenos Aires), a Trienal Poli/Gráfica de San Juan de 2012, a Bienal de Lyon de 2011, as 29ª, 24ª e 17ª Bienais de São Paulo, a 7ª e 5ª Bienais do Mercosul (Porto Alegre), o Museu da Cidade de Lisboa. Suas obras fazem parte das coleções do Museu d’Art Conteporani de Barcelona, da Daros Latinoamerica, do Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Centro Cultural São Paulo.

Formada em linguística pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (FFLCH/USP) na década de 1970, Lenora inicialmente explorou a palavra em forma de texto. Trabalhou em importantes veículos de comunicação, como o Jornal da Tarde, em que, entre 1993 e 1996, escrevia semanalmente uma coluna experimental.

Influenciada pelo Concretistmo, principalmente pela poesia concreta, suas formas de expressão se ampliaram e seu trabalho com a palavra ganhou outros corpos, entrando no campo propriamente da arte contemporânea. Como comenta a artista: “Eu passei a tentar explorar a linguagem de todos os ângulos.”

Em Procure-me (2003), a artista criou um cartaz em que há quatro diferentes imagens de si, em uma composição que nos faz pensar nas mutações de Cindy Sherman, num jogo de ser e não ser, e os espalhou por Curitiba. O vídeo mostra Lenora em movimento pela cidade, com sua bagagem (também com o mesmo dizer) e seus cartazes, e as reações das pessoas ao se depararem com eles e com a artista em movimento.

As bolinhas de ping-pong foram exploradas primeiramente em sua exposição individual Poesia é coisa de nada, realizada em Milão, em 1990. Nela, a artista colocou 5.000 bolas no chão do espaço, junto de uma almofada de veludo vermelho no centro. Todas as bolinhas foram gravadas com o título da mostra. As bolinhas estiveram também na segunda edição do Arte-Cidade - A Cidade e Seus Fluxos (1994), criando um jogo visual e sonoro. Desde então, tais elementos pontuam sua trajetória artística, mostrando-se de diferentes formas e sob suportes diversos. Em 2000, na instalação Ping-poema para Boris, a artista expandiu o campo exploratório para outras peças relacionadas a elas, como raquetes, redes e mesas.

Segundo Marilia Martins, professora da PUC-Rio e da Escola de Artes Visuais do Parque Lage: “Para Lenora, o mesmo movimento de exibir-se é também o de esconder-se em si mesma, nas muitas dobras e interseções de linguagem que compõem suas trabalhos. Os personagens de Lenora também transitam entre textos, imagens e sons, às vezes em trilhas paralelas, às vezes discordantes. São apenas vozes, ou vozes que entram em conflito com as imagens, ou com textos, embaralhando percepções e leituras.”

Galerias Representantes
Destaques da Carreira

Instalação realizada na mostra Arte Cidade - a cidade seus fluxos, em 1994.

Obra Procuro-me (2003).

Vista de Sonoplastia, realizada na Galeria Millan, em 2011.

Mostra ULTRAPASSADO II, realizada na galeria Broadway 1602 (Nova York), em 2014.

Exposição Umas e Outras, realizada na Pivô, em 2014.

We have nothing to say, na Mandragoras Art Space, em 2014.

PREGAÇÃO, na mostra art.br#3 Poiesis in praxis, na Pioneer Works (Nova York).

   
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  1. Sem título

    Angelo Venosa

    Escultura

    Técnica acrílico

    ( A x L x P)  26 x 33 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  2. Sem título

    Artur Lescher

    Escultura

    Técnica porcelana e couro

    ( A x L x P)  60 x 6 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  3. Sem título

    Carlos Vergara

    Fotografia

    Técnica impressão sobre placas de poliestireno recortadas e montadas

    ( A x L)  63 x 65 cm
    Data 2013
    Edição 10

  4. Sem título

    Iole de Freitas

    Escultura

    Técnica aço inox e policarbonato

    ( A x L x P)  70 x 35 x 20 cm
    Data 2013
    Edição 10