Carbono Galeria - Não falo duas vezes - Marcos Chaves

Carbono Galeria

Edições contemporâneas

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Marcos Chaves

Rio de Janeiro, 1961 | Trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.  

Marcos Chaves inicia sua produção na década de 1980 e trabalha principalmente com a fotografia, além de criar vídeos, instalações, obras em espaços públicos e esculturas. Participou das 1ª e 5ª edições... veja mais

Não falo duas vezes
Relevo de parede
Técnica
madeira, vidro e led
Dimensões

( A x L x P)  42 x 32 x 15 cm
Data
2018
Edição
12 + 3PA

Marcos Chaves é um artista visual que frequentemente flerta com as palavras, por meio de jogos semânticos e trocadilhos bem humorados e inteligentes, no qual, muitas vezes, se apropria de expressões e termos populares. Na obra Não falo duas vezes, o artista explora efeitos visuais analógicos e aborda de forma sútil e divertida questões de gênero, sem deixar de relacionar-se com a história da arte. Figura e fundo são utilizados, elementos cotidianos apropriados, e jogos de luz e sombra se tornam a principal chave para a formalização da obra. Não falo duas vezes foi concebido originalmente quase como uma gambiarra, contudo, aqui é formalizado como um objeto de arte interativo, cuja a participação do público é essencial para sua ativação poética.

Mais obras deste artista
  1. Boca
  2. Chaves
  3. Desculpe o transtorno
  4. Olympic Rio
  5. Rio 40º
Biografia

Rio de Janeiro, 1961 | Trabalha no Rio de Janeiro, Brasil.  

Marcos Chaves inicia sua produção na década de 1980 e trabalha principalmente com a fotografia, além de criar vídeos, instalações, obras em espaços públicos e esculturas. Participou das 1ª e 5ª edições da Bienal do Mercosul, da 25ª Bienal de São Paulo, da 54ª Bienal de Veneza, entre outras importantes exposições na América do Sul e do Norte, Ásia, Europa, Austrália e África. Sua obra integra as coleções do MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, do Centro per l’Arte Contemporanea Luigi Pecci (Itália), entre outras coleções particulares. Foi contemplado com diversos prêmios, como o do IV Salão MAM da Bahia e o Espírito Santo Investment Award.

Pautado pela fotografia, o trabalho de Chaves transforma situações cotidianas, extraindo cenas improváveis de momentos banais. É o caso da série Buracos, fotografias de grandes buracos encontrados em ruas sem manutenção, ou da série Retratos, composta de fotos de vassouras que, encostadas na parede, ganham expressões humanas. Outro tema frequente na obra do artista é a cidade do Rio de Janeiro. O artista explora, em trabalhos como Eu só vendo a vista, Mar Ave Ilha e toda a série da sua exposição Pieces, questões relacionadas à paisagem ou aos ícones da cidade, como o Pão de Açúcar. Paralelamente, o humor, a ironia e o uso das palavras, culminando em poesias visuais, perpassam todo o conjunto de sua obra, seja ela em fotografia, vídeo ou em instalações e projetos de arte pública.

De acordo com Simon Kirby, em texto sobre sua exposição individual Pieces, o trabalho de Marcos Chaves relaciona-se “à dinâmica de posicionar elementos no espaço. Aqui [nos trabalhos de Pieces], perspectivas inversas distanciam o primeiro plano e trazem para a frente objetos distantes. Seus múltiplos pontos de vista nos convidam a deslocar nossa posição visual e a criar nossas próprias narrativas: o macaco pula de galho em galho; a luz no horizonte muda; aquela ilha única torna-se um arquipélago pessoal fictício, talvez até melancólico, e cheio de possibilidades. Enquanto boa parte da obra anterior de Chaves está preocupada com a criação de novos significados em momentos que seriam, de outro modo, esquecidos, estas obras basicamente apresentam ocasiões conscientes nas quais o artista, embora não visível fisicamente, está totalmente presente como um protagonista contemplativo”.

Galerias Representantes
Destaques da Carreira

Duas vista da instalação Logradouro: exposição individual no Itaú Cultural, São Paulo em 2001 e no Museu Vale do Rio Doce, Vila Velha em 2002

Eu só vendo a vista, trabalho múltiplo e intervenção urbana. Rio de Janeiro, RJ, 1997.

The Laughing Room, instalação que fez parte da exposição All About Laughter - The Role of the Humor in Contemporary Art, no Mori Art Museu, Tóquio, 2007.

Morrendo de Rir. Imagem digital com áudio. Trabalho de Marcos Chaves na XXV Bienal de São Paulo, 2002.

Vista da exposição Pieces, individual de Marcos Chaves na Galeria Nara Roesler, São Paulo, em 2011.

   
Bibliografia
Titulo Chaves
Autor Marcos Chaves
Editora Oi Futuro; Aeroplano
Páginas 334
Titulo Marcos Chaves
Autor Adolfo Montejo Navas, Ligia Canongia, Luisa Duarte
Editora Casa da Palavra
Páginas 176
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    22. Lista de Casamento Julia e Renato
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    26. Nazareno
    27. O importante, minha filha, é nunca tirar a mão do barro
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  1. Sem título

    Angelo Venosa

    Escultura

    Técnica acrílico

    ( A x L x P)  26 x 33 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  2. Sem título

    Artur Lescher

    Escultura

    Técnica porcelana e couro

    ( A x L x P)  60 x 6 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  3. Sem título

    Carlos Vergara

    Fotografia

    Técnica impressão sobre placas de poliestireno recortadas e montadas

    ( A x L)  63 x 65 cm
    Data 2013
    Edição 10

  4. Sem título

    Iole de Freitas

    Escultura

    Técnica aço inox e policarbonato

    ( A x L x P)  70 x 35 x 20 cm
    Data 2013
    Edição 10