Carbono Galeria - Point cloud forest - Daniel Steegmann Mangrané

Carbono Galeria

Edições contemporâneas

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Daniel Steegmann Mangrané

Barcelona, 1977 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro e em São Paulo, Brasil.

No Brasil desde 2004, Daniel Steegmann Mangrané tinha a intenção de passar três meses no país e conhecer a Amazônia, no entanto, o tempo se estendeu e ele aqui ficou.... veja mais

Point cloud forest
Fotografia
Técnica
Impressão em papel hahnemühle
Dimensões

( A x L)  40 x 90 cm
Data
2015
Edição
12

A natureza tem papel central na obra do artista. Produziu nos últimos anos trabalhos em que explora, principalmente através do vídeo, a mata tropical, seus ritmos, seus sons e sua composição espacial. Nesta obra, o artista se apropria de imagens de vegetação, mas explora as diferenças luminosas a tal ponto que o negro toma conta, destacando algumas partes, alguns galhos e folhas. Além disso, Daniel explora também a textura da imagem, alongando os pixels da fotografia e os aglutinando.

Biografia

Barcelona, 1977 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro e em São Paulo, Brasil.

No Brasil desde 2004, Daniel Steegmann Mangrané tinha a intenção de passar três meses no país e conhecer a Amazônia, no entanto, o tempo se estendeu e ele aqui ficou. Sua obra compreende desenho, pintura, escultura, filmes e instalações. Participou de importantes mostras apresentadas em instituições como o Centro Cultural São Paulo, a Casa França Brasil (Rio de Janeiro), o Paço das Artes (São Paulo), o Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto (Rio de Janeiro), a 12ª Bienal de Cuenca (Equador), a 9ª Bienal do Mercosul, a 30a Bienal de Sa?o Paulo, a Bienal do Terã de 2008 (Irã), entre outras. Além disso, já realizou curadorias para exposições e recebeu prêmios como “Selección generación 2001”, da Obra Social Caja Madrid, o Prêmio Programa Exposições do Centro Cultural São Paulo (2007), do Ministério de Cultura da Espanha e o Beca Musac (León, França- 2010), o Beca de residencia Junge Akademie, Akademie der Kunste (Berlim – 2012), entre outros.

O artista trabalha com poéticas intervenções em objetos e lugares existentes, principalmente através de linguagem abstrata. Uma importante característica de seu trabalho é a aproximação com temas da natureza, como frutos, folhas, galhos, árvores e até mesmo florestas. Estes, são transformados por Daniel ora através de simples modificações, como o desenho da casca de uma laranja em uma trama de losangos, em Naranja deprimida (2003), ou as reinterpretações formais em planos acortinados feitos com alumínio e aço de / (- \ (2013), em que as passagens parecem fazer relação com galhos retorcidos.

Além disso, suas obras são inseridas de forma sutil nos espaços expositivos, ocupando delicadamente paredes brancas, pisos, centro de salas, o espaço todo. Geralmente em pequena escala, elas demandam a aproximação dos visitantes para a observação de todos os detalhes. É como se elas estivessem inseridas de forma natural naqueles espaços, como se já fizesse parte deles.   

Em Teque-teque (2010), uma vídeo instalação, o artista mostra uma floresta tropical brasileira filmada na horizontal e em sentido contínuo. O ritmo das imagens é ditado pelo som forte e estridente do teque-teque, ave encontrada na Mata Atlântica. Além do vídeo, próximo ao vídeo, o artista ainda apresenta um guia de aves do Brasil.

Como afirma Inês Grosso: “Em seus trabalhos, Daniel Steegmann Mangrane? ja? reinterpretou grafismos indi?genas, mostrou imagens da floresta tropical ao som do canto estridente de uma ave em vias de extinc?a?o e filmou uma fami?lia de bichos-pau escondida numa maquete geome?trica. Como uma jornada poe?tica e conceitual, sua obra, que compreende desenho, pintura, escultura, filmes e instalac?o?es site-specific, usa a geometria, fechada ou expandida, pura ou contaminada, para convocar a oposic?a?o entre o anali?tico e o orga?nico, o imaterial e o corpo?reo. Sua rede densamente estruturada combina reflexo?es sobre tempo, espac?o, cor e abstrac?a?o com elementos da cultura indi?gena, da bota?nica e das cie?ncias sociais. Radicado no Brasil, desde 2004, Steegmann Mangrane? atravessou o Atla?ntico para conhecer a Amazo?nia. Desde enta?o, tem construi?do enigma?ticas narrativas que se entrelac?am, com refere?ncias que va?o da arte moderna brasileira (a inclinac?a?o ao orga?nico, de Tarsila do Amaral [1886–1973]ao Bicho, de Lygia Clark, ve?m a? mente) a? arte conceitual.”

 

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  1. Sem título

    Angelo Venosa

    Escultura

    Técnica acrílico

    ( A x L x P)  26 x 33 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  2. Sem título

    Artur Lescher

    Escultura

    Técnica porcelana e couro

    ( A x L x P)  60 x 6 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  3. Sem título

    Carlos Vergara

    Fotografia

    Técnica impressão sobre placas de poliestireno recortadas e montadas

    ( A x L)  63 x 65 cm
    Data 2013
    Edição 10

  4. Sem título

    Iole de Freitas

    Escultura

    Técnica aço inox e policarbonato

    ( A x L x P)  70 x 35 x 20 cm
    Data 2013
    Edição 10