Carbono Galeria - Pra Q - Marcelo Silveira

Carbono Galeria

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Marcelo Silveira

Gravatá, 1962 | Vive e trabalha em Recife, Brasil

A madeira é a matéria base do trabalho de Marcelo Silveira. Pintura, objeto, escultura, instalação e desenho são seus principais meios de expressão. O artista pernambucano apresentou seu trabalho em importantes mostras como a 29ª... veja mais

Pra Q
Objeto
Técnica
Madeira cedro, ipê e laminado melamínico
Dimensões

( A x L x P)  5 x 31 x 31 cm
Data
2013
Edição
20

Cem octógonos compostos por duas madeiras diferentes – cedro e ipê – são dispostos em uma caixa de madeira e dão ao espectador a oportunidade de manusear a superfície criando inúmeras composições diferentes. 

No trabalho de Marcelo Silveira para a Carbono, um objeto nunca está só. Há sempre um conjunto de elementos, sendo eles dependentes ou independentes. O ato de acumular é muito forte em sua obra e percebemos que através dessa multiplicação de peças e partes, o artista ressalta que os sentidos acontecem e se esclarecem através das relações.

Esta edição é assinada e vem acompanhada de certificado de autenticidade.

Biografia

Gravatá, 1962 | Vive e trabalha em Recife, Brasil

A madeira é a matéria base do trabalho de Marcelo Silveira. Pintura, objeto, escultura, instalação e desenho são seus principais meios de expressão. O artista pernambucano apresentou seu trabalho em importantes mostras como a 29ª Bienal de São Paulo, a 5ª Bienal do Mercosul, a 4ª Bienal de Valência (Espanha) e em instituições como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte Contemporânea de Curitiba, o Palácio das Artes de Belo Horizonte e o Museu de Arte Aloísio Magalhães. Sua obra está nas coleções do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo e do Museu de Arte Moderna Murilo Mendes (Juiz de Fora).

Sua produção é muito relacionada aos objetos e às manifestações culturais de sua região de origem. Interessado no processo artesanal pernambucano e nordestino em geral, Marcelo chegou a percorrer algumas cidades de Pernambuco com seu estúdio, onde pode se aproximar de artesãos de diversas especialidades, no projeto Corre Caminhos.

Começou seu trabalho com a madeira usando o caulim, mole e clara, e depois passou a manipular principalmente a cajatinga, madeira muito encontrada nos arredores de onde passou sua infância. O artista curva a madeira em peças que parecem guardar a forma das árvores que recobriam em obras como Enquanto aguardo (2005/2006) e ao mesmo tempo, em O que abunda não atrapalha (2003/2004), peças bem esculpidas e com um refinado acabamento se encaixam ocupando a parede. O artista também grava palavras e texturas na madeira, respectivamente em obras tais como Manuais de Liêdo e Chita (2005/2006), sendo que esta remete ao homônimo tecido popular.

Mas não é só no manuseio da madeira que se desenvolveu a obra de Marcelo Silveira. Materiais como o ferro, o vidro, o acrílico e o papel se tornaram substanciais em sua produção. Sua recente série Caleidoscópio (2011/2012) traz objetos compostos por réguas plásticas de diferentes desenhos, envolvidas por chapa de aço inoxidável, que formam múltiplas figuras.

O volume é também explorado usando elementos bidimensionais, como páginas de revistas. Nas séries Caixa de retratos (2008/2009) e Paisagens (2008/2009) o artista constrói imagens a partir de sobreposições de diversos fragmentos que parecem ter sido rasgados a mão. Ao serem colocados numa caixa, nos fazem questionar quantas camadas ali existem e quantas diferentes imagens são formadas.

No trabalho do artista um objeto nunca está só. Há sempre um conjunto de elementos, sendo eles dependentes ou independentes. O ato de acumular é muito forte em sua obra e percebemos que através dessa multiplicação de peças e partes, o artista ressalta que os sentidos acontecem e se esclarecem através das relações. 

Galerias Representantes
Destaques da Carreira

Vista da série Paisagens, na 29ª Bienal de São Paulo (2010).

Arquitetura de Interior (2008), no Teatro Apolo, Recife.

Vista da instalação Tudo ou nada, na 5ª Bienal do Mercosul. A obra faz parte do acervo do Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.

A obra Quando o coração floresce (2005/2006) instalada na Galeria Nara Roesler.

   
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  1. Sem título

    Angelo Venosa

    Escultura

    Técnica acrílico

    ( A x L x P)  26 x 33 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  2. Sem título

    Artur Lescher

    Escultura

    Técnica porcelana e couro

    ( A x L x P)  60 x 6 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  3. Sem título

    Carlos Vergara

    Fotografia

    Técnica impressão sobre placas de poliestireno recortadas e montadas

    ( A x L)  63 x 65 cm
    Data 2013
    Edição 10

  4. Sem título

    Iole de Freitas

    Escultura

    Técnica aço inox e policarbonato

    ( A x L x P)  70 x 35 x 20 cm
    Data 2013
    Edição 10