Carbono Galeria - Quatro coordenadores topocêntricas é a construção de um possível Horizonte breve - Lais Myrrha

Carbono Galeria

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Lais Myrrha

Belo Horizonte, 1974 | Vive e trabalha em São Paulo

 

Lais Myrrha é mestre pela Escola de Belas-Artes da UFMG, 2007 e graduada no curso de artes plásticas pela Escola Guignard, UEMG, 2001.

Desde 1998, participou de diversas exposições coletivas e... veja mais

Quatro coordenadores topocêntricas é a construção de um possível Horizonte breve
Relevo de parede
Técnica
impressão lightjet montada sobre madeira e mármore donatello
Dimensões

( A x L x P)  26 x 40 x 26 cm
Data
2019
Edição
10 + 3PA

Lais Myrrha, à primeira vista, aproxima as imagens de um céu nublado com as texturas e tonalidades de placas de mármore.

Contudo, para além da comparação formal, a continuidade dos padrões das placas obtidas de um único bloco de pedra rebatem a temporalidade das fotografias que foram tiradas em um mesmo momento, com apenas segundos de intervalo: o ciclo continuo de elementos naturais é nessa obra uma reflexão em sentido amplo, onde o todo se liga com a parte e, do mesmo modo, fenômenos de lugares e elementos distantes se assemelham.

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Biografia

Belo Horizonte, 1974 | Vive e trabalha em São Paulo

 

Lais Myrrha é mestre pela Escola de Belas-Artes da UFMG, 2007 e graduada no curso de artes plásticas pela Escola Guignard, UEMG, 2001.

Desde 1998, participou de diversas exposições coletivas e individuais, tais como I Bolsa Pampulha (2003), Programa Trajetórias do Centro Cultural Joaquim Nabuco, Recife (2005), e da Edição 2005/2006 do Programa Rumos Visuais do Instituto Itaú Cultural (São Paulo).

Em 2007, foi contemplada com o Prêmio Projéteis, Rio de Janeiro, e com o Prêmio Atos Visuais, Brasília, ambos concedidos pela Funarte. Em 2010, participou da Paralela10 no Liceu de Artes e Ofícios, São Paulo. Em 2011, integrou a Temporada de Projetos do Paço das Artes, São Paulo, e a 8ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, e foi premiada no I Concurso Itamaraty de Arte Contemporânea, Brasília. Foi contemplada em 2012 com a Bolsa Estímulo às Artes Visuais concedida pela Funarte. Em 2013, foi selecionada para o 18º Festival Internacional de Arte Contemporânea do Videobrasil, e participou da exposição Blind Field no Karnnet Museum, Illinois, USA. Ainda em 2013/2014, apresentou a exposição individual Zona de Instabilidade (com curadoria de Júlia Rebouças) na CAIXA Cultural São Paulo e Brasília. Em 2014, realizou o Projeto Gameleira 1971 no Pivô, e participou dos projetos Greve, na Fundação Bienal de São Paulo/SP-Arte e Ensaio de Orquestra no Coletor, em São Paulo. Em 2016, seu trabalho Dois pesos duas medidas ocupou o salão principal da 32º Bienal Internacional de São Paulo.

Contou, ainda, recentemente com exposições individuais e coletivas: Reparation of Damages, Broadway 1602 Harlem, Nova York, Estados Unidos, (2017); Avenida Paulista, Museu de Arte de São Paulo (MASP), São Paulo (2017); 32º Bienal de São Paulo: Live Uncertainty, Re-effecter Matter, Galleri Susanne Ottesen, Copenhagen, Dinamarca (2017); Brasil, Beleza?! | Museum Beelden aan Zee - Den Haag, Holanda (2016); O instante interminável , Galeria Jaqueline Martins, São Paulo (2015).

Galerias Representantes
Destaques da Carreira

Podio para ninguém | 2010

Equivalencia provisória | 2014

O instante interminável | 2015 | Galeria Jaqueline Martins | São Paulo, Brasil

Dois Pesos , duas medidas | 2016 | Fundação Bienal | São Paulo, Brasil

   
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