Carbono Galeria - Sem título - Tomie Ohtake

Carbono Galeria

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Tomie Ohtake

Kyoto, Japão, 1913 | São Paulo, 2015 

O trabalho de Tomie Ohtake como pintora, escultora e gravurista posiciona a artista, como um ícone da arte contemporânea brasileira. De seu extenso currículo constam mais de quinze participações em bienais por todo o mundo, 26 prêmios... veja mais

Sem título
Escultura
Técnica
Alumínio naval e pintura automotiva
Dimensões

( A x L x P)  45 x 43 x 48 cm
Data
2014
Edição
50

Com suas curvas que se torcem formando ondas ziguezagueantes, a escultura criada em 2014 pela extraordinária artista Tomie Ohtake nos faz pensar em uma fita que dança no espaço. Um desenho leve, em contraste com seu material firme e resistente, o alumínio naval, que ganha a pintura de cor branca. O trabalho apresenta estreita relação com suas esculturas monumentais, sendo um exemplar raro nessa escala dentro do corpo de sua obra.  

A obra é numerada e acompanha certificado de autenticidade assinado pela artista.

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Biografia

Kyoto, Japão, 1913 | São Paulo, 2015 

O trabalho de Tomie Ohtake como pintora, escultora e gravurista posiciona a artista, como um ícone da arte contemporânea brasileira. De seu extenso currículo constam mais de quinze participações em bienais por todo o mundo, 26 prêmios e 31 esculturas em espaços públicos no Brasil.

Tomie nasce em Kyoto, Japão, e vem para o Brasil aos 23 anos. No entanto, só inicia sua produção artística por volta dos quarenta, quando integra o Grupo Seibi, do qual também fazia parte Manabu Mabe. Desenvolve por pouco tempo pinturas figurativas e logo passa a criar telas abstratas, em grande formato, que definirão sua trajetória a partir de uma pesquisa pautada nos campos cromáticos, nos planos e nas transparências. A caligrafia oriental, as formas geométricas e o estudo da espacialidade também permearão o conjunto de sua obra. Em 1957, tem sua primeira exposição individual no MAM – Museu de Arte Moderna de São Paulo. No início dos anos 1960, desenvolve a série de “pinturas cegas”, na qual pintava com os olhos vendados e pretendia se contrapor ao excesso de visualidade e racionalidade da arte produzida naquele momento. Ainda no fim daquela década, expande seu repertório técnico quando começa a trabalhar com a serigrafia, litogravura e gravura em metal. Em 1972, expõe suas litogravuras na Bienal de Veneza ao lado de Robert Rauschenberg. A partir dos anos 1970, passa a aprofundar-se em seus estudos pictóricos, ao mesmo tempo em que se lança sobre as investigações tridimensionais.

Entre as esculturas que realizou em espaços públicos, estão a escultura da Avenida 23 de Maio, em São Paulo, na qual faz uma relação entre as linhas da escultura e as faixas da avenida. Esta foi uma das primeiras esculturas de grande porte realizadas por Tomie, datada de 1988 e com 40 metros de comprimento.Suas obras importantes em espaços públicos incluem a Labareda, na entrada do Auditório do Ibirapuera, a escultura Sem título no Aeroporto Internacional de Guarulhos, a Estrela do mar, que foi instalada na lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio de Janeiro, entre outras. 

Galerias Representantes
Destaques da Carreira

Obra icônica da artista na Avenida 23 de Maio. Cada estrutura representa uma faixa da avenida.

Escultura de Tomie Ohtake no interior do Auditório do Ibirapuera. O projeto do edifício é de Oscar Niemeyer.

Última exposição individual da artista na Galeria Nara Roesler, em 2013.

Vista da exposição retrospectiva no Instituto Tomie Ohtake, em 2012.

   
Bibliografia
Titulo Pinturas Cegas - Tomie Ohtake
Autor Tomie Ohtake
Editora Instituto Tomie Ohtake
Páginas 129
Titulo Tomie Ohtake - Livro
Autor Ohtake, Tomie
Editora INSTITUTO TOMIE OHTAKE
Páginas 372
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  1. Sem título

    Angelo Venosa

    Escultura

    Técnica acrílico

    ( A x L x P)  26 x 33 x 25 cm
    Data 2013
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    ( A x L x P)  60 x 6 x 25 cm
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