Carbono Galeria - Sem título - Eduardo Berliner

Carbono Galeria

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Eduardo Berliner

Rio de Janeiro, 1978 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro

 

Formado em desenho industrial pela PUC-Rio e mestre em desenho de tipográfico pela Universidade de Reading (UK), Eduardo Berliner iniciou sua formação artística em 1998, com cursos ministrados por Charles Watson.

Em seu processo de trabalho, Eduardo Berliner... veja mais

Sem título
Fotografia
Técnica
impressão digital sobre Hahnemühle Photo Rag® Ultra Smooth 305g
Dimensões

( A x L)  112 x 100 cm
Data
2018
Edição
10 + 3PA

As obras de Berliner retratam um estado de incerteza, no qual as conexões entre elementos na mesma tela retratam a forma como a informação é absorvida ao longo dos anos e como a memória as reorganiza, conecta e transforma.

Resíduos da cultura e relações humanas são reconfigurados através de narrativas pessoais, onde o artista cita “Um tapete fralda geriátrica com cabeça de bicho ao avesso um dia habitou meu local de trabalho. Fotografia de uma natureza morta construída como ponto de partida para uma pintura que não funcionou. Retirada de um vídeo uma vespa arranca a cabeça de uma lagarta verde. Partes de uma escultura construída e destruída. Corpos em pedaços. Fragmentos de tinta e desenhos. O mapeamento das coisas que encontrei e perdi ao longo da última década”.

 

*Valor da obra sem moldura

 

A obra acompanha certificado de autenticidade numerado e assinado pelo artista.

Mais obras deste artista
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Biografia

Rio de Janeiro, 1978 | Vive e trabalha no Rio de Janeiro

 

Formado em desenho industrial pela PUC-Rio e mestre em desenho de tipográfico pela Universidade de Reading (UK), Eduardo Berliner iniciou sua formação artística em 1998, com cursos ministrados por Charles Watson.

Em seu processo de trabalho, Eduardo Berliner enxerga o desenho como um trabalho independente, e muitas vezes também, como um passo inicial em direção à pintura, como a materialização e o mapeamento das suas idéias originais. Quando
apresentados no mesmo espaço, eles funcionam como um guia para o grupo de pinturas, não explicando mas fortalecendo as associações complexas entre as obras, ou nas palavras do próprio artista: “o grupo de desenhos pode ser pensado como um subconsciente das pinturas; são portas de entrada, porém não indicam para onde fica a saída”. O acúmulo desse material abre uma ampla e nebulosa area de interesse, a qual irá abrir caminho para as pinturas.

O ponto de partida para as pinturas é variável, às vezes Berliner parte de um simples desenho de linhas baseado em memórias, enquanto em outras o artista sente a necessidade de trabalhar por mais tempo antes de chegar à tela, evoluindo através de fotografias, pequenos videos, o próprio relacionamento com os materiais no ateliê, desenhos, aquarelas e construindo objetos e cenários. As pinturas de Berliner retratam um estado de incerteza e duvida, no qual a conexão entre elementos na mesma tela tanto quanto entre os próprios trabalhos ecoa a forma como a informação é absorvida ao longo dos anos e como a memória reorganiza, conecta e transforma as coisas, inclusive criando novas relações que não estavam inicialmente presentes. Berliner afirma que sua intenção não é determinar um sentido específico para cada trabalho ou mesmo para o conjunto, mas criar um espaço para analisar a complexidade das relações e as distorções produzidas nas nossas memórias.

Participou da 30ª Bienal de São Paulo (2012 e expôs individualmente no CCBB (RJ/2013) e em 2014 expôs na Casa Daros, RJ durante o semestre dedicado a pintura. Em 2015 participou das exposições E se quebrarem as lentes empoeiradas? (Instituto Tomie Ohtake), Pangaea II  (Galeria Saatchi em Londres), Dark Mirror- Arte latino americana desde 1968 (Wolfsburg Kunstmuseum, Alemanha) e Projeto Respiração (Fundação Eva Klabin, Rio de Janeiro). Em 2016 teve sua segunda exposição individual na Casa Triângulo e participou da exposição A cor do Brasil, MAR-Museu de Arte do Rio. Em dezembro de 2017 expôs o trabalho coletivo, Projeto Cavalo: Quadrivium 8 patas (Jacarandá, Rio de Janeiro).

Foi vencedor do prêmio Marcantonio Vilaça em 2010 e finalista do prêmio PIPA em 2011.

Galerias Representantes
Destaques da Carreira

30a Bienal de São Paulo | 2012

Mostra individual | 2013 | Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro

Vista da individual Pinturas | 2014 | Casa Daros, Rio de Janeiro | Créditos: Edouard Fraipont

Vista da coletiva E se quebrarem as lentes empoeiradas? | 2015 | Instituto Tomie Ohtake

Vista da individual Corpo em Muda | 2016 | Casa Triângulo, São Paulo

   
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  1. Sem título

    Angelo Venosa

    Escultura

    Técnica acrílico

    ( A x L x P)  26 x 33 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  2. Sem título

    Artur Lescher

    Escultura

    Técnica porcelana e couro

    ( A x L x P)  60 x 6 x 25 cm
    Data 2013
    Edição 30

  3. Sem título

    Carlos Vergara

    Fotografia

    Técnica impressão sobre placas de poliestireno recortadas e montadas

    ( A x L)  63 x 65 cm
    Data 2013
    Edição 10

  4. Sem título

    Iole de Freitas

    Escultura

    Técnica aço inox e policarbonato

    ( A x L x P)  70 x 35 x 20 cm
    Data 2013
    Edição 10