• CARTAS A SÃO PAULO
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Carla Caffé

“CARTAS A SÃO PAULO”

CARTAS A SÃO PAULO

(Cód. 14856)

  • Data

    2013/2025
  • Técnica

    sublimação em alumínio
  • Dimensões

    (A x L) 81 x 81 cm
  • Edição

    20 + 2PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


Preço normal R$ 13.000,00
Preço normal Preço promocional R$ 13.000,00
Disponível em 15 dias úteis

Em “CARTAS A SÃO PAULO”, Carla Caffé elabora uma cartografia sensível a partir da experiência cotidiana e de uma escuta atenta do território. A obra se constrói a partir da geopoesia, na qual o espaço urbano é compreendido por seus usos, encontros e memórias, evidenciando feiras, teatros, antigas salas de cinema, restaurantes emblemáticos, zonas de encontro e circuitos noturnos.

 

A história urbana é narrada por seus atores, visíveis e invisíveis, como arquitetos, grafiteiros e aqueles que vivem e ocupam o espaço urbano, enriquecendo a experiência de percorrê-lo. Mais do que indicar pontos reconhecíveis, a obra revela o que escapa aos mapas convencionais: percursos informais, usos efêmeros e lugares de convivência que personificam a paisagem urbana e fortalecem o sentimento de pertencimento e a identidade da cidade.

Biografia

Carla Caffé - Carbono Galeria

Carla Caffé

n. 1965, São Paulo (SP), Brasil | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Carla Caffé atua nas áreas de design gráfico, artes visuais, teatro e cinema. Participou de importantes mostras coletivas, como a X e a IV Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo. No cinema, trabalha como diretora de arte em longas-metragens, entre eles “Central do Brasil”, de Walter Salles; “Bossa Nova”, de Bruno Barreto; “Narradores de Javé”, de Eliane Caffé; e “Era o Hotel Cambridge”.

Foi colunista do jornal “Folha de S. Paulo” e editou “Cidade Nua”, uma crônica semanal de desenhos da cidade. Sua pesquisa concentra-se na linguagem do desenho como forma de representação da paisagem urbana, da cartografia, do mapeamento e da geopoesia. Por meio de cálculos poéticos, o desenho recria significados do espaço, ativa a memória urbana e fortalece a identidade da cidade, possibilitando o compartilhamento de memórias, desejos e histórias, além de revelar descobertas do cotidiano.

Para Agnaldo Farias, “ela percorre anotando, registrando, examinando, esboçando, recortando, decupando, ou seja, empregando grande parte dos verbos que compreendem o desenhar. Vai representando excertos de construções notáveis por suas peculiaridades, arquiteturas e situações que aqueles que vivem em São Paulo, ou que em algum momento vivenciaram essa avenida, percebem como amadas, embora até então a maioria não soubesse disso. A prova do afeto é o reconhecimento imediato, no qual também se reconhecem.”

Arquiteta formada pela FAU-USP, é artista, diretora de arte e professora. Nas artes visuais, dedica sua pesquisa ao desenho, com ênfase na representação dos territórios urbanos. Publicou quatro livros, entre eles “Avenida Paulista” (Cosac Naify e Sesc Edições) e “Era o Hotel Cambridge: arquitetura, cinema e educação” (Sesc Edições). Leciona na Escola da Cidade e mantém ateliê em São Paulo.