• Alfredo Jaar, I can’t go on, I’ll go on
  • I can’t go on, I’ll go on
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Alfredo Jaar

“I can’t go on, I’ll go on”

I can’t go on, I’ll go on

(Cód. 4402)

  • Data

    2016
  • Técnica

    neon
  • Dimensões

    (A x L x P) 50 x 50 x 4 cm
  • Edição

    36 + 6 PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


“O neon 'I can’t go on. I’ll go on', pode ser tido como uma homenagem a todos os latino-americanos, que encaram uma realidade difícil em seu país e não têm possibilidades – ou vontade - de se mudar.
‘I can’t go on’ reflete as pessoas que estão fartas das dificuldades que passam no país em que vivem. Sejam elas dificuldades financeiras, políticas ou ideológicas. ‘I’ll go on’ reflete estas mesmas pessoas insatisfeitas, que juntam forças para continuar lutando, e não se deslocar.” Alfredo Jaar

A frase é baseada em um texto de autoria de Samuel Beckett, escritor irlandês e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura.

Mais obras de Alfredo Jaar

Biografia

Alfredo Jaar - Carbono Galeria

Alfredo Jaar

n. 1956, Santiago, Chile | Vive e trabalha em Lisboa, Portugal.

Alfredo Jaar utiliza diferentes linguagens, entre elas fotografia, instalação, vídeo, filme, performance e intervenções públicas, para investigar questões políticas, sociais e culturais contemporâneas. Sua prática aborda crises humanitárias, desigualdades, conflitos, violações dos direitos humanos e relações de poder, refletindo sobre os mecanismos de produção, circulação e representação das imagens.

A relação entre imagem, poder e informação ocupa lugar central em sua produção. Entre seus trabalhos mais conhecidos está "A Logo for America", apresentada originalmente em 1987 e posteriormente reativada em diferentes contextos, que questiona a associação entre a palavra “America” e os Estados Unidos, problematizando a hegemonia política e cultural do país. Ao longo de sua trajetória, Jaar realizou mais de setenta intervenções públicas em diferentes países.

Sua obra foi apresentada nas Bienais de Veneza (1986, 2007, 2009, 2013, 2026) e São Paulo (1987, 1989, 2010, 2021), além da Documenta de Kassel (1987, 2002). Entre suas exposições individuais mais recentes estão "The End of the World", KINDL – Centre for Contemporary Art, Berlim (2024); "The 11th Hiroshima Art Prize", Museum of Contemporary Art, Hiroshima (2023); "Lamento das Imagens", Sesc Pompeia, São Paulo (2021); e "The Garden of Good and Evil", Zeitz MOCAA, Cidade do Cabo (2020). Em 2026, apresenta "You and Me and the Others", Tokyo Opera City Art Gallery, Tóquio.

Jaar recebeu importantes distinções, entre elas o Guggenheim Fellowship (1985), o MacArthur Fellowship (2000), o Hiroshima Art Prize (2018) e o Hasselblad Award (2020). Em 2024, recebeu o IV Albert Camus Mediterranean Prize e, em 2025, a Edward MacDowell Medal e o 11th Prix Pictet. Sua obra integra coleções de instituições como The Museum of Modern Art (MoMA) e Guggenheim Museum, em Nova York; Art Institute of Chicago e Museum of Contemporary Art, em Chicago; MOCA e LACMA, em Los Angeles; MASP, em São Paulo; Tate, em Londres; Centre Georges Pompidou, em Paris; Nationalgalerie, em Berlim; Centro Reina Sofía, em Madri; e M+, em Hong Kong, entre outras.

Galerias representantes

Galeria Luisa Strina, São Paulo

Galerie Lelong, Nova York, E.U.A.

Galeria Oliva Arauna, Madri, Espanha

Galleria Lia Rumma, Nápoles, Italia

Galerie Thomas Schulte, Berlim, Alemanha

Galerie Kamel Mennour, Paris, França

Kenji Taki Gallery, Tóquio, Japão

Goodman Gallery, Johanesburgo, África do Sul