• Cultura Ao Alvo (tríptico)
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Beto Shwafaty

“Cultura Ao Alvo (tríptico)”

Cultura Ao Alvo (tríptico)

(Cód. 14878)

  • Data

    2026
  • Técnica

    tinta bi componente e serigrafia sobre pandeiro
  • Dimensões

    (A x L x P) 30.2 x 30.2 x 5.2 cm
  • Edição

    16 + 2PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


Preço normal R$ 21.000,00
Preço normal Preço promocional R$ 21.000,00
Disponibilidade imediata

“Cultura ao Alvo” parte da história do pandeiro, instrumento presente em diversas culturas antigas e incorporado ao Brasil desde o período colonial, tornando-se um símbolo da música popular por sua leveza, versatilidade e pela fusão de influências africanas e europeias. Amplamente difundido a partir das décadas de 1930 e 1940, o pandeiro atravessa estilos e contextos, mantendo sua força como expressão ritualística, cultural e coletiva.

A obra une esse instrumento popular a um padrão visual abstrato associado a sistemas de alvo, criando um contraste direto entre cultura e violência simbólica. Ao fundir esses universos, a edição aponta para conflitos em que manifestações culturais, sincréticas e populares passam a ser atacadas por discursos conservadores, colocando em risco direitos fundamentais como a liberdade de expressão, de manifestação cultural e de prática religiosa. Nesse cenário de polarizações artificiais e tensões globais, a cultura emerge como algo exposto, vulnerável e constantemente colocado em risco.

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Biografia

Beto Shwafaty - Carbono Galeria

Beto Shwafaty

n. 1977, São Paulo (SP), Brasil | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Beto Shwafaty é artista, curador, pesquisador e escritor, com base no Brasil. Sua prática se desenvolve a partir de processos de pesquisa e investigação crítica que articulam histórias e espaços por meio de dispositivos espaciais como objetos, mobiliários e instalações, atravessando campos como política, urbanismo, arquitetura, arte e design.

Desde o início dos anos 2000, constrói uma produção baseada em pesquisa que conecta questões políticas, sociais e culturais ao campo da arte. É bacharel em Artes Visuais pela Unicamp (2001), mestre pela Nuova Accademia di Belle Arti, em Milão (2010), foi estudante visitante na Städelschule, em Frankfurt (2011), e participou do Programa Independente da Escola São Paulo (2012).

Entre suas exposições individuais e em dupla destacam-se After the Silence, Orlando, São Paulo (2025), Uncertain Heritage, Capela do Morumbi, São Paulo (2024), Silent Catastrophe, Dresden Kunstverein, Alemanha (2020), Tomorrow I Will Remember Nothing, Galeria Luisa Strina, São Paulo (2019), Functional Park, Museu de Arte Contemporânea de Niterói e Funarte, Brasília (2017), e Hablemos de Reparaciones, Prometeogallery, Milão (2016).

Participou de exposições coletivas como a Bienal de Havana (2006), a Bienal do Mercosul (2013) e o Panorama da Arte Brasileira do MAM São Paulo (2013 e 2017), além de mostras em instituições no Brasil e no exterior.

Seu trabalho integra coleções como Guggenheim Museum, Kadist Foundation, Museu de Arte Moderna de Medellín, Museu de Arte do Rio, Museu Nacional da República, MAC Niterói e FAMA Coleção Amaro. Recebeu prêmios e apoios institucionais, entre eles o Museum is the World Prize (2023), o Prêmio Funarte de Arte Contemporânea (2015) e indicações ao Prêmio PIPA (2014 e 2016) e à BMW Art Journey (2016).