• Athos
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Laercio Redondo

“Athos”

Athos

(Cód. 14899)

  • Data

    2026
  • Técnica

    bambu, cabo e prumo de aço
  • Dimensões

    (A x L) 210 x 20 cm
  • Edição

    20 + 5PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


Preço normal R$ 25.000,00
Preço normal Preço promocional R$ 25.000,00
Disponibilidade imediata

Na edição “Athos”, Laercio Redondo dá continuidade à sua pesquisa com móbiles concebidos como retratos abstratos de figuras que transformaram a percepção do corpo e sua presença no mundo. Em vez de representação figurativa, a obra propõe uma tradução formal de trajetórias e gestos, aproximando-se de corpos públicos e políticos que tensionam imaginários culturais.

Dedicado a Athos Bulcão, o trabalho assume a forma de um pêndulo composto por elementos modulares cuja configuração não é fixa. Inspirado nos sistemas abertos dos azulejos de Bulcão, o móbile se realiza na montagem, quando o colecionador define a ordem das peças a partir de uma regra simples. Cada arranjo gera uma composição única, incorporando a participação como parte da obra e deslocando a autoria para um campo compartilhado.

Biografia

Laercio Redondo

Laercio Redondo

n. 1967, Paranavaí (PR) | Vive e trabalha entre Rio de Janeiro (RJ) e Estocolmo, Suécia.

Laercio Redondo desenvolve uma pesquisa voltada à memória coletiva e aos seus apagamentos, articulando questões relacionadas à cidade, à arquitetura e às representações históricas. Sua prática investiga narrativas modernistas e seus desdobramentos políticos, sociais e culturais por meio de diferentes linguagens. O artista concluiu seu mestrado (MFA) na Konstfack, University College of Arts, Crafts and Design, em Estocolmo, em 2001, e foi contemplado ao longo de sua trajetória com bolsas e residências como a Swedish Arts Grants Committee Working Grant, a Akademie Schloss Solitude, em Stuttgart, o programa IASPIS, em Estocolmo, e a residência do Clark Art Institute, em Williamstown, EUA.


Entre suas exposições individuais destacam-se “Entrever”, na Galleria Continua, São Paulo (2025); “Sobre un fondo en el que se destaca”, na Ana Mas Projects, Barcelona (2024); “Of Memories & Detours”, na University Galleries, University of Florida, Gainesville (2024); “as maravilhas*”, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (2023); “The Star, the Architect & the Phantom”, na Galleri Flach, Estocolmo (2023); “The Phantom Collection”, na Södertälje Konsthall (2021); “Cartas para Hélio Oiticica”, na Galeria Silvia Cintra + Box 4, Rio de Janeiro (2021); “O mais simples é o mais difícil de fazer”, no Pavilhão Mies van der Rohe, Barcelona (2020); “Relance”, na Pinacoteca de São Paulo (2018); “Past Projects for the Future”, no Dallas Contemporary (2016); “Restauro”, na Ana Mas Projects, Barcelona (2016) e na Die Raum, Berlim (2014); “O que acaba todos os dias”, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2015); “Contos sem Reis”, na Casa França-Brasil, Rio de Janeiro (2013); além de “Fachada” (2013) e “Lembrança de Brasília” (2012), ambas na Galeria Silvia Cintra + Box 4, Rio de Janeiro.

Entre as exposições coletivas das quais participou destacam-se “Fullgás”, no Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro (2024); “Aberto 3”, na Casa Tomie Ohtake, São Paulo (2024); “Rio: a medida da terra”, na Galeria Flexa, Rio de Janeiro (2024); “Stockholm Cosmology”, na Liljevalchs Konsthall, Estocolmo (2024); “Primal Power”, na Hydra School Project, Hydra (2022); “Lugar Comum”, no Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (2022); “Mies in Mind”, na Galerie Nordenhake, Berlim (2021); a Bienal de Cuenca (2018); “Aspirational Architectures”, na Fridman Gallery, Nova York (2018); “Tarsila e Mulheres Modernas no Rio” (2015) e “Josephine Baker e Le Corbusier no Rio – um caso transatlântico” (2014), ambas no Museu de Arte do Rio de Janeiro; “Idea di Frattura – Opinione Latina / 2”, na Galleria Francesca Minini, Milão (2014); “Amor e ódio à Lygia Clark”, na Zachęta National Gallery of Art, Varsóvia (2013); “The Right to the City”, no Stedelijk Museum Bureau Amsterdam (2013); “O interior está no exterior”, no SESC Pompeia, São Paulo (2013); “Bananas is My Business: The South American Way”, no Museu Carmen Miranda, Rio de Janeiro (2011); “Leibesübungen – Vom Tun und Lassen in der Kunst”, na Galerie der Hochschule für Bildende Künste, Braunschweig (2008); e a Bienal do Mercosul, Porto Alegre (2008).

Suas obras integram importantes coleções públicas e privadas, entre elas Fundación ARCO/CA2M, Madrid; Fundació Mies van der Rohe, Barcelona; Moderna Museet, Estocolmo; Region Stockholm; Stockholms Stad; Public Art Agency Sweden; Museu de Arte do Rio; Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro; Pinacoteca do Estado de São Paulo; e Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo.

Galerias representantes

Galleria Continua, São Paulo

Galeria Silvia Cintra+Box4, Rio de Janeiro