• Reconhecer na pedra sua qualidade de montanha
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Deco Adjiman

“Reconhecer na pedra sua qualidade de montanha”

Reconhecer na pedra sua qualidade de montanha

(Cód. 14912)

  • Data

    2026
  • Técnica

    madeira e pedra
  • Dimensões

    (A x L x P) 56 x 46 x 15 cm
  • Edição

    15 + 3PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


Preço normal R$ 11.000,00
Preço normal Preço promocional R$ 11.000,00
Disponibilidade imediata

As edições de Deco Adjiman partem da observação do chão e da coleta de pequenos elementos naturais, como pedras, organizados em estruturas de madeira. Ao serem enquadrados e atravessados por hastes, esses fragmentos ganham destaque e se transformam em pontos de atenção, como se fossem palavras ainda sem idioma.

Em diálogo com reflexões de Manoel de Barros, Itamar Vieira Júnior e João Guimarães Rosa, as obras propõem um inventário poético do chão, mais voltado à invenção do que à catalogação. Cada variação sugere um encontro entre matéria e tempo, evidenciando transformações contínuas e uma ideia de travessia.

Biografia

Deco Adjiman

Deco Adjiman

n. 1979, São Paulo (SP), Brasil | Vive e trabalha em São Paulo (SP).

Deco Adjiman é artista visual e poeta, formado em Comunicação Social pela Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP, São Paulo. O artista explora a relação entre a palavra e suas possíveis visualidades, além do caminhar e errar como construção de novas paisagens. Seu trabalho envolve a criação de objetos, esculturas, livros de artista, textos e instalações, utilizando materiais brutos, frequentemente encontrados em ruas, praias e matas.

Ele já realizou cinco exposições individuais, com destaque para eu,mesmo (2016), onde investigou as possibilidades da tradução, tanto entre línguas quanto entre linguagens, tema que permanece em sua pesquisa. Em 2022, na exposição ps. nos achamentos do chão também foram encontrados os mistérios do voo, apresentou uma série de trabalhos instalativos, alguns interativos, que se conectavam com suas experiências de deriva e leituras, transformando objetos ordinários em elementos “sagrados”.

Sua prática artística envolve longas caminhadas como forma de pesquisa subjetiva, transformando a deriva e a errância em atos artísticos, materializados por meio de objetos, textos, desenhos e instalações. Atualmente, segue investigando e conectando artisticamente os conceitos do livro e da estrada, da palavra e do deslocamento, criando um diálogo entre essas ideias em sua obra.

Galerias representantes

Luis Maluf, São Paulo