• Caixa preta – Avesso do céu
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Fernando Limberger

“Caixa preta – Avesso do céu”

Caixa preta – Avesso do céu

(Cód. 14818)

  • Data

    2026
  • Técnica

    madeira ebanizada, areia tingida e esferas de quartzo
  • Dimensões

    (A x L x P) 9 x 40 x 40 cm
  • Edição

    12 + 2PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


Preço normal R$ 16.000,00
Preço normal Preço promocional R$ 16.000,00
Disponibilidade imediata

"Caixa Preta – Avesso do Céu" é um objeto tridimensional para ser manipulado, podendo assumir múltiplas configurações. Parte da ideia das caixas pretas dos aviões, que guardam as informações de voo até o momento de um acontecimento decisivo.

A caixa preta, aqui representada, propõe reflexões sobre o período atual planetário ao se aproximar da metáfora da “queda do céu”, utilizada pelo xamã e líder yanomami Davi Kopenawa como um convite a repensar nossa relação com o ambiente e com os mundos que compartilhamos.

Biografia

Fernando Limberger

Fernando Limberger

n. 1962, Porto Alegre (RS), Brasil | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Artista plástico, paisagista, jardineiro e curador, Fernando Limberger iniciou sua pesquisa e produção artística em meados dos anos 1980, trabalhando com diferentes meios, como desenho, pintura, escultura, objeto, instalação, intervenção e paisagismo. Graduou-se em Artes Plásticas pelo Instituto de Artes da UFRGS, em 1985. Sua pesquisa tem como foco questões relacionadas à paisagem, aos territórios e aos ambientes, articulando reflexões sobre a contemporaneidade no planeta Terra ao relacionar elementos da natureza, flora, fauna e minerais, à ciência, à história e ao tempo.

Foi artista fundador do grupo Arte Construtora, ativo nos anos 1990 em Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro, e do JAMAC, Jardim Miriam Arte Clube, nos primeiros anos dos anos 2000, em São Paulo. Recebeu, entre outros, a Bolsa Ivan Serpa, INAP/FUNARTE, 1987; o Prêmio Espaço Urbano Espaço Arte, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, 1992; o Prêmio Incentivo, Brazil Foundation, 2005; o ProAC Restauro, em colaboração com Metrópole Arquitetura, 2013; o CCBB Contemporâneo, CCBB Rio de Janeiro, 2015; e o Prêmio por Histórico de Realização em Artes Visuais, ProAC, 2020.

Realizou as exposições individuais "Verde e Amarelo", Centro Cultural São Paulo, 2008; "Desmoronamento, Azul", Centro Cultural Banco do Brasil, Rio de Janeiro, 2015; "Contenção Verde" e "Botânica SP", Pinacoteca, São Paulo, 2016/17; "Relicto", Museu da Cidade, São Paulo, 2020/21; e "Ocupação Cromática", Pinacoteca Aldo Locatelli, Porto Alegre, 2021. Participou das exposições coletivas 1ª e 8ª Bienal do Mercosul, Porto Alegre, 1997 e 2011; "Ecológica", MAM São Paulo, 2010; "Coaty", Centro Histórico de Salvador, 2016; "Amazônia: os novos viajantes", MuBE, São Paulo, 2018; "Três paisagens", Casa do Parque, São Paulo, 2019/20; "Zona da Mata", MAC USP, 2021; e "Olhar a floresta, ver a floresta", Galeria Danielian, São Paulo, 2025.