• Céu Estrelado
  • Céu Estrelado
  • Céu Estrelado
  • Céu Estrelado
  • Céu Estrelado
  • Céu Estrelado

Marcia Xavier

“Céu Estrelado”

Céu Estrelado

(Cód. 14898)

  • Data

    2026
  • Técnica

    aço inox, alumínio, pintura metalizada e luz
  • Dimensões

    (A x L x P) 27 x 27 x 17 cm
  • Edição

    20 + 3PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


Preço normal R$ 25.000,00
Preço normal Preço promocional R$ 25.000,00
Disponibilidade imediata

A edição propõe uma reinvenção da relação com a natureza a partir da observação do céu, hoje cada vez mais distante no contexto urbano. Com o excesso de luz
artificial, a experiência de ver as estrelas se torna rara, dependente da escuridão.

A luneta recria esse céu aceso, e o movimento em torno do objeto faz com que os pontos de luz refletidos no espelho pareçam cometas ou estrelas cadentes. Ao evocar esse gesto simples de contemplação, a obra sugere uma pausa no ritmo acelerado cotidiano, retomando um tempo mais atento e silencioso.

Mais obras de Marcia Xavier

Biografia

Marcia Xavier - Carbono Galeria

Marcia Xavier

n. 1967, Belo Horizonte (MG), Brasil | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Marcia Xavier é artista plástica cuja produção parte da fotografia para desenvolver investigações sobre paisagem, horizonte e arquitetura. Sua prática articula imagens com objetos, dispositivos ópticos e caixas de luz, resultando em soluções formais que tensionam percepção, escala e espacialidade.

No início de sua carreira, nos anos 1990, dedicou-se à fotografia a partir do autorretrato. A partir dos anos 2000, sua pesquisa se expande para uma investigação mais ampla sobre a imagem, explorando distorções e construções formais. Um exemplo é “Carambola”, 2000, em que bolas de sinuca são refletidas e deformadas em superfícies espelhadas. Trabalhos como “Quadra”, 2003, e “Curva Francesa”, 2005, evidenciam seu interesse por organização urbana e relações de escala, enquanto obras como “Olho d’água”, 2007, aproximam sua prática da arquitetura ao criar distorções espaciais por meio de superfícies refletoras.

Sua produção recente mantém o interesse por fenômenos ópticos e pela construção do espaço, como em “Querida”, 2014, Casa Triângulo, São Paulo, “Desillusione Ottica”, 2015, Galeria Portinari, Palazzo Pamphilj, Roma, e “o corpo dentro do corpo dentro do corpo”, 2018, Galeria 111, Lisboa. Mais recentemente, participa de exposições como “Complexo Brasil”, 2025, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, e “Natureza Transformada: atravessamentos espaciais”, 2025, Casa Fiat de Cultura.

Entre suas exposições individuais destacam-se “o corpo dentro do corpo dentro do corpo”, 2018, Galeria 111, Lisboa, “Geologia Doméstica”, 2017, Casa Triângulo, São Paulo, “Desillusione Ottica”, 2015, Galeria Portinari, Palazzo Pamphilj, Roma, “Querida”, 2014, Casa Triângulo, São Paulo, “Para-Quedas”, 2010, Casa Triângulo, São Paulo, “Horizonte Possível”, 2010, Galeria Laura Marsiaj, Rio de Janeiro, e “Olho d’Água”, 2007, Casa Triângulo, São Paulo.

Participou de mostras coletivas no Brasil e no exterior, com destaque para “A Terceira Margem da Cidade”, 2026, MuBE, São Paulo, “Ready Made in Brazil”, 2017, SESI, São Paulo, “Cruzamentos: contemporary art in Brazil”, 2014, Wexner Center for the Arts, Ohio, “Eloge du Vertige”, 2012, Maison Européenne de la Photographie, Paris, “Nova Arte Nova”, 2008/2009, Centro Cultural Banco do Brasil, além da “III Bienal do Mercosul”, 2001, Porto Alegre, e da “VI Bienal de Havana”, 1997, Havana.

Seu trabalho integra coleções públicas e privadas como o Museu de Arte Moderna de São Paulo, o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro – Coleção Gilberto Chateaubriand, o Museu de Arte Contemporânea de Ribeirão Preto, o MAR – Museu de Arte do Rio, a coleção do Banco Itaú e a Société Générale d’Art Contemporain, em Paris. Recebeu prêmios como a “I Bolsa de Residência Artística ICCo SP-Arte”, 2013, o “Clube da Fotografia”, 2005, Museu de Arte Moderna de São Paulo, e o “XXVI Salão de Arte de Belo Horizonte”, 2000, Museu de Arte da Pampulha.

Para a curadora Lizette Lagnado, a obra de Xavier configura-se como um “terreno especulativo (...) marcado pela indeterminação de lances que se bifurcam.”

Galerias representantes

Galeria 111, Lisboa, Portugal