• Sem título
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Fernanda Naman

“Sem título”

Sem título

(Cód. 15311)

  • Data

    2026
  • Técnica

    fotografia impressa em metacrilato e granito Kilimanjaro
  • Dimensões

    (A x L x P) 45 x 30 x 2 cm
  • Edição

    12 + 2PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


Preço normal R$ 15.000,00
Preço normal Preço promocional R$ 15.000,00
Disponibilidade imediata

A edição de Fernanda Naman aproxima fotografia e escultura a partir de uma investigação sobre espaço, matéria e tempo. De um lado, a imagem da arquitetura de Tadao Ando revela o concreto como uma superfície atravessada pela luz, pela sombra e pela perspectiva; de outro, a composição em granito da série "Tempo Lapidado" reconfigura essa experiência espacial por meio de linhas geométricas sobre uma matéria marcada por processos naturais.

No díptico, a arquitetura deixa de ser apenas um espaço construído e passa a ser percebida como experiência e duração. As linhas que atravessam o granito sugerem uma profundidade que não existe fisicamente, mas se completa no olhar do observador, estabelecendo um diálogo entre construção, natureza e as diferentes temporalidades inscritas na matéria.

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Biografia

Fernanda Naman - Carbono Galeria

Fernanda Naman

n. 1973, São Paulo (SP), Brasil | Vive e trabalha em São Paulo (SP), Brasil.

Formada em arquitetura, Fernanda inicia sua carreira na arte de forma independente e intuitiva, buscando cursos e vivências relacionados à área. Inaugura sua prática artística na pintura, mas é na fotografia onde encontra sua principal via de expressão.

O olhar para paisagem expande-se para além do seu significado tradicional, a artista usa de elementos naturais e artificiais para criar novas acepções sobre o conhecido, seja por recortes de cenas amplas ou fotografias aproximadas de determinados objetos.

Seu trabalho não busca registros documentais, mas documentar angústias, desejos, dúvidas e emoções vividas pela artista, que explica: “a vida é mais do que a simples documentação dessas passagens, mas sim a lembrança dessa trajetória que pode levar cada um ao seu infinito particular.”