• Túlio Pinto, Retângulo
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  • Retângulo

Túlio Pinto

“Retângulo”

Retângulo

(Cód. 5121)

  • Data

    2016
  • Técnica

    bolha de vidro soprado, corda e pedra
  • Dimensões

    (A x L) 155 x 70 cm
  • Edição

    12 + 3PA

  • Acompanha certificado de autenticidade


As instalações e esculturas de Túlio Pinto giram em torno do conceito de efemeridade e transformação, exploradas a partir das características próprias dos materiais trabalhados.

Em "Retângulo", o vidro e a pedra convivem em perfeita harmonia e concordância. O vidro está meramente apoiado entre a parede e a corda, e recebe a força que precisa para tal apoio pela pedra. A união de materiais de diferentes origens, forças e pesos são articulados e aproximados, gerando indagações sobre força, tempo, espaço, união e instabilidade.

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Biografia

Túlio Pinto - Carbono Galeria

Túlio Pinto

n. 1974, Brasília (DF), Brasil | Vive e trabalha em Porto Alegre (RS) e São Paulo (SP), Brasil.

Graduado em Artes Visuais, com ênfase em escultura, pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS, 2009), Túlio Pinto desenvolve uma pesquisa que transita entre escultura e instalação, explorando as relações entre matéria, espaço, peso, força e equilíbrio. Em seus trabalhos, materiais industriais e elementos de diferentes naturezas, como concreto, aço, ferro, vidro, pedra e areia, são articulados em estruturas que colocam em tensão propriedades aparentemente opostas, como rigidez e fragilidade, força e delicadeza, estabilidade e instabilidade. A partir desses encontros, o artista investiga os limites físicos e visuais da matéria e as possibilidades de transformação e coexistência entre corpos e espaço.

Entre suas principais exposições individuais estão “Simples e composto”, no Cerrado Cultural, Brasília (2025); “Buraco no Céu”, no Museu Oscar Niemeyer, Curitiba (2023); “Lastros e Tensões. Deformações e acolhimento”, na Millan, São Paulo (2022); “Empatía”, na Galeria Senda, Barcelona, Espanha (2022); “Buraco no Céu”, na Millan, São Paulo (2020); “Linha de terra”, na Fondamenta Sant’Apollonia e na Piero Atchugarry Gallery, Veneza, Itália (2019); “41° 23′ 20″ N 2° 10′ 34″ E” e “41° 25′ 21″ N 2° 12′ 32″ E: Três Tempos”, na Galeria Senda, Barcelona, Espanha (2018); “O Lugar Enquanto Espaço”, na Galeria Baró, São Paulo (2018); “Athar”, na Piero Atchugarry Gallery, Garzón, Uruguai (2018); “Ground Control”, na Humo Gallery, Zurique, Suíça (2017); “Onloaded: Túlio Pinto”, no Phoenix Institute of Contemporary Art (phICA), Phoenix, Estados Unidos (2015); e “De territórios, abismos e intenções”, no Santander Cultural, Porto Alegre (2013), entre outras.

Entre as exposições coletivas de destaque estão “ABERTO Rua”, São Paulo (2026), com o site-specific “Athar #7”; “Que seja casa, o amor. ainda que amar desabrigue”, no Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (MACS), Sorocaba (2026); 13ª Bienal do Mercosul – “Trauma, Sonho, Fuga”, Porto Alegre (2022); “Coleção Sartori: A arte contemporânea habita Antonio Prado”, no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Porto Alegre (2022); “Le soleil se lève aussi”, Manifesta, Lyon, França (2021); “Glass and Concrete”, no Marta Herford Museum, Herford, Alemanha (2020); “Reagents”, no Complesso dell’Ospedaletto, Veneza, Itália (2019); “Tensão e dinamismo”, na Piero Atchugarry Gallery, Miami, Estados Unidos (2018); “Combining Materials”, na Rosenfeld Porcini Gallery, Londres, Reino Unido; “Memória e momento”, no Museu Oscar Niemeyer, Curitiba (2017); “Mais performance”, no Oi Futuro Ipanema, Rio de Janeiro (2016); “Repentista”, na Nosco Gallery, Londres, Reino Unido (2014); e “Instâncias do desenho”, na EAV – Parque Lage, Rio de Janeiro (2012), entre outras.

Pinto recebeu, entre outros, o Prêmio Aquisição do 65º Salão Paranaense, do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (2014); o Prêmio ARTIGO Rio / ARTTOWN – Programa de Residência Artística (2013); o Prêmio da 9ª Rede Nacional Funarte (2013); o Prêmio Energisa Artes Visuais (2011–2012); o Prêmio Aquisição do Salão de Arte de Mato Grosso do Sul (2011); o 35º Prêmio Aquisição Leonello Berti – SARP (2010); e o IV Prêmio Açorianos de Artes Visuais, na categoria Destaque em Escultura (2009). Ao longo de sua trajetória, realizou residências artísticas no Brasil e em países como Ucrânia, Canadá, Portugal, Estados Unidos, Reino Unido, Uruguai e Holanda.

Sua produção integra coleções de instituições como Museu Oscar Niemeyer, Curitiba; Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Curitiba; Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul, Porto Alegre; Museu Nacional de Brasília; Museu de Arte de Ribeirão Preto; Instituto Figueiredo Ferraz, Ribeirão Preto; Usina de Arte, Pernambuco; Fundação Pablo Atchugarry, Uruguai; Fundação María Cristina Masaveu Peterson, Madri, Espanha; Marta Herford Museum, Alemanha; Piramidón, Centre d’Art Contemporani, Barcelona, Espanha; Coleção de Arte do Phoenix College, Estados Unidos; e Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), entre outras.

Galerias representantes

Galeria Almeida & Dale, São Paulo